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por Heitor Augusto, coordenador pedagógico do Janela Crítica

Intenso. Não há outra forma de descrever o processo da oficina deste ano. Quem acompanha apenas o produto final – os textos publicados pelos oficineiros – desconhece como se dá o processo de escrita durante a oficina: as trocas de e-mail, visões e revisões de textos, discussões pós-sessão, trocas no Whatsapp.

Foram quatro encontros com discussões mais formais e direcionadas acerca da crítica – da formação do olhar até os discursos contemporâneos que incorpora lugares de fala. Depois, dez dias de festival, com diversos filmes por dia e muita, muita conversa.

Se a força da oficina está justamente no durante, com os textos publicados no calor do debate suscitado pelos filmes – e me parece que a discussão em torno de Elle é um exemplo evidente disso – também sinto necessário reunir todos os textos num só post, que possibilite observar a produção dos nove oficineiros e oficineiras conjuntamente.

Boa leitura!