Uma conversa com Lucrecia Martel

MEDIAÇÃO: Kleber Mendonça Filho
CINEMA DO MUSEU · 01/11 · 17h
(Acesso restrito aos selecionados)
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Um das atividades mais aguardadas deste ano é a vinda da diretora argentina Lucrecia Martel, que irá participar de um encontro com o público no dia 1º de novembro, às 17h, no Cinema do Museu (Casa Forte). Referência na produção audiovisual da América Latina com três filmes – O Pântano (2001), A Menina Santa (2004) e A Mulher sem Cabeça (2008), Lucrecia foi inicialmente enquadrada no chamado “novo cinema argentino” dos anos 2000, acumulando renome internacional além de participações e prêmios em diversos festivais, incluindo Cannes e Sundance. A atividade “Uma Conversa com Lucrecia Martel” será mediada pelo cineasta Kleber Mendonça Filho, idealizador e curador do Janela. No encontro, será revisitada a filmografia da diretora a partir da exibição de trechos de filmes.

 

CINEMA SÃO LUIZ - SEXTA - 16H

Participantes: Mariana Vieira, Joana de Sousa, Chico Lacerda, Sosha

Mediação: André Antônio

As minorias LGBT galgaram vários espaços de representação no cinema contemporâneo. Mas a conquista de visibilidade não encerra as potências do queer, que parecem poder contaminar as imagens com uma pulsão de desvio capaz de transformar a linguagem do cinema e as formas de se fazer política hoje. Que potências são essas?

CINEMA SÃO LUIZ - QUINTA - 16H

Participantes: Juliana Lima, Dea Ferraz, Nara Normande, Marilia Hugues, Silvia Cruz

Mediação: Carol Almeida

Trabalhar com cinema é imprimir uma experiência pessoal e coletiva não só nos filmes como olhar para o mundo, mas nos processos de produção, de programação, de distribuição. No momento em que se reivindica e se destaca uma tomada do mercado de cinema por profissionais mulheres, o que se transforma? Existe algo como uma visão feminina do cinema?

CINEMA SÃO LUIZ - QUARTA - 16H30

Participantes: Victor Guimarães, Amaranta César, Ernesto de Carvalho

Mediação: Rodrigo Almeida

Dos filmes ativistas, ligados a movimentos civis organizados, a filmes rebeldes feitos de dentro da indústria, esta mesa discute maneiras das imagens de cinema se insurgirem. O que uma imagem pode subverter ou sabotar? Do que ela precisa?