A União é autogestionada (A Fábrica de Nada, 2017, de Pedro Pinho), por Lucas Reis

Preto Viado, Viado Preto (Pele Suja, Minha Carne), por Matheus Araujo dos Santos

Preto/Branco (Pele suja minha carne, Bruno Ribeiro, 2016), por Priscila Nascimento

Uma nova iconografia sobre a negritude, por Mariana Souza

Um dia da caça, outro do caçador, por Bárbara Bergamaschi

Passing Through (Dando Um Rolê, Larry Clark, 1977), por Duda Gambogi

A clarividência de Bia (Nada, de Gabriel Martins, 2017), por Anthony Ribeiro

Dualidades (As Boas Maneiras, 2017, de Juliana Rojas e Marco Dutra), Por Lucas Reis

O Doce Encanto da Juventude (A Barca do Sol, 2017, de Leonardo Amaral), Por Lucas Reis

O espaço em branco da memória (Travessia, Safira Moreira, 2016), por Anthony Ribeiro

Deus é brasileira (Deus, de Vinícius Silva, 2016), por Antônio Souza

Camuflagem (Gabriel e a Montanha, 2017, Felipe Barbosa), por Vitória Liz

A miragem produzida (Modo de Produção, 2017, Déa Ferraz), Por Mariana Souza

A pele que se habita (Filhas do Pó, de Julie Dash, 1991), Por Priscila Nascimento

Em algum lugar (encontros com Lucrécia Martel, encontros outros), por Antônio Souza

Colonialismo é o novo preto (Açúcar), por Anthony Ribeiro

O Primeiro Amor de Narciso (Me chame pelo seu nome, 2017, Luca Guadagnino), Por Duda Gambogi

“O Brasileiro…” (Camocim, 2017, de Quentin Delaroche), Por Priscila Nascimento

A Paixão de Gabriel (Gabriel e a Montanha, 2017, Felipe Barbosa), por Matheus Araujo dos Santos

Beleza de plástico (Me Chame Pelo Seu Nome, 2017, Luca Guadagnino), Por Lucas Reis

Paisagem Imprecisa (Zama, 2017, de Lucrécia Martel), por Bárbara Bergamaschi